Atualmente a TAESA detém 39 concessões de transmissão: (i) 10 concessões que compõem a empresa holding (TSN, Novatrans, ETEO, GTESA, PATESA, Munirah, NTE, STE, ATE e ATE II); (ii) 10 investidas integrais (Brasnorte, ATE III, São Gotardo, Mariana, Miracema, Janaúba,  Sant’Ana, São João, São Pedro e Rialma I); e (iii) 19 participações (ETAU, Transmineiras e os Grupos AIE e TBE). Das concessões acima citadas, 6 estão em construção. São elas: ESTE, Janaúba, Aimorés, Paraguaçu, Ivaí e Sant’Ana.

Clique sobre os diagramas para ver detalhes de cada empresa:

A Aimorés se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer no estado de Minas Gerais, com aproximadamente 208 km de linhas de transmissão de 500kv e 2 subestações, sendo ambas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 37,9 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

A previsão é que a IEA inicie suas operações em fevereiro de 2022, tendo como objetivo atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de Minas Gerais, nas subestações Padre Paraíso 2 e Governador Valadares 6.

A Interligação Londrina – Araraquara entrou em operação em outubro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia que interliga as regiões Sul e Sudeste, com subestações e Linhas de Transmissão ultrapassando os Estados do Paraná e São Paulo. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 370 km,com nível de tensão igual a 525 kV, contendo 3 subestações, sendo todas acessada pela TAESA. Esta concessão possui sinergia com a ETEO.

É a concessão própria (100% TAESA) que possui maior nível de tensão em operação.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 155,4 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 18/02/2004, o prazo desta concessão é 18/02/2034,sendo este com extensão de 30 anos.

A Interligação Colinas – Sobradinho entrou em operação em dezembro de 2006, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Norte e Nordeste, com subestações nos Estados do Tocantins, Piauí e Bahia, além de Linhas de Transmissão ultrapassando o Estado do Maranhão. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 942 km,com nível de tensão igual a 500 kV, contendo 4 subestações, sendo 1 própria e 3 acessada pela TAESA.  Esta concessão possuindo sinergia com NVT e ATE III.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações três (3) Bancos de Capacitores Série que operam em modo fixo e onze (11) bancos de reatores.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 240,2milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 15/03/2005, o prazo desta concessão é 15/03/2035,sendo este com extensão de 30 anos.

A ATE III Transmissora de Energia S. A. entrou em operação em abril de 2008, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados do Tocantins e Pará, com subestações e Linhas de Transmissão ultrapassando esses dois Estados. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 454 km,com nível de tensão de 230 kV e 500 kV, contendo 4 subestações, sendo 1 própria e 3 acessada pela TAESA.

Apesar de ser própria, a ATE III não foi incorporada pela TAESA, sendo assim, a RAP referente à essa concessão não é recebida pela TAESA.  Esta concessão possuindo sinergia com NVT e ATE II.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações um (1) Banco de Capacitores Série que operam em modo fixo e quatro (4) bancos de reatores.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 119,8 milhões, considerando a participação de 100% da TAESA.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 27/04/2006, o prazo desta concessão é 27/04/2036,sendo este com extensão de 30 anos.

A BRASNORTE entrou em operação em setembro de 2009. A operação se encontra no estado de Mato Grosso, com aproximadamente 402 km de linhas de transmissão e 4 subestações sendo 2 próprias e 2 acessadas. O prazo de concessão se encerra em março de 2038.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 10,2 milhões, considerando a participação de 38,7% da TAESA

Este sistema tem por objeto social a construção, a implantação, a operação e a manutenção do serviço público de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado relativo às linhas de transmissão LT Jubá/Jauru e LT Brasnorte/Nova Mutum, ambas de 230 kV, com aproximadamente 129 e 273 km, respectivamente, e subestações SE Jubá, de 300 MVA, e SE Brasnorte, de 100 MVA, ambas de 230/138 kV, entradas de linha e instalações vinculadas a estas, bem como às demais instalações necessárias às funções de medição, supervisão, proteção, comando, controle, telecomunicação, administração e apoio.

Controladores – possuem o controle compartilhado da Companhia, por meio de acordo de acionistas: Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (“Taesa”), Eletronorte – Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (“Eletronorte”) e Bipar Energia S.A. (“Bipar”).

A EATE entrou em operação em março de 2003. A operação se encontra nos estados do Pará e do Maranhão com aproximadamente 927 km de linhas de transmissão de 500 kV e 5 subestações, sendo 4 acessadas e 1 própria. O prazo da concessão se encerra em junho de 2031.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 113,6 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, Imperatriz e Presidente Dutra, tornando-se o terceiro circuito da interligação Norte-Nordeste e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste, assegurando maior confiabilidade operativa do SIN.

A EBTE entrou em operação em junho de 2011. A operação se encontra no estado do Mato Grosso com aproximadamente 782 km de linhas de transmissão de 230 kV e 7 subestações, sendo 5 acessadas e 2 próprias. O prazo de concessão se encerra em outubro de 2038.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 35,8 milhões, considerando a participação de 74,5% da TAESA (49% – participação direta; 25,5% participação indireta)

Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Centro-Oeste do país, possibilitando o escoamento de energia elétrica dos diversos projetos de geração que serão implantados no Estado.

A ECTE entrou em operação em março de 2002. A operação se encontra no estado de Santa Catarina com aproximadamente 253 km de linhas de transmissão de 525 kV e 2 subestações, sendo todas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão se encerra em novembro de 2030.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 9,4 milhões, considerando a participação de 19,1% da TAESA

Os objetivos deste sistema são assegurar o fornecimento à região Leste e litoral do Estado de Santa Catarina, atender ao crescimento da demanda de energia elétrica da região Sul-Sudeste e possibilitar maior confiabilidade operativa do SIN.

A EDTE está em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer no estado da Bahia, com aproximadamente 167 km de linhas de transmissão de 230kV e três subestações próprias. O prazo de concessão está previsto para se encerrar em dezembro de 2046.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 33 milhões, considerando participação de 24,95% detida pela TAESA e participação indireta por meio da ENTE de 50,10%, observado que a Companhia possui 49,98% das ações da ENTE.

A previsão é que a EDTE inicie suas operações dezembro de 2019, tendo como objetivo expandir o sistema de transmissão da região sul do estado da Bahia, visando o adequado atendimento elétrico aos consumidores dessa região.

A ENTE entrou em operação em fevereiro de 2005. A operação se encontra nos estados do Pará e do Maranhão com aproximadamente 459 km de linhas de transmissão de 500 kV e 3 subestações, sendo todas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão se encerra em dezembro de 2032

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 117,4 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, tornando-se o quarto circuito da interligação Norte-Nordeste, viabilizar a transmissão do acréscimo da energia gerada decorrente da expansão da UHE Tucuruí e reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste.

A ERTE entrou em operação em setembro de 2004. A operação se encontra no estado do Pará com aproximadamente 155 km de linhas de transmissão de 230 kV e 3 subestações, sendo 2 acessadas e 1 própria. O prazo de concessão se encerra em dezembro de 2032.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 26,3 milhões, considerando a participação de 49,9% da TAESA (21,9% – participação direta; 28% participação indireta)

Os objetivos deste sistema são atender à crescente demanda de energia elétrica na região metropolitana de Belém e Nordeste do Estado do Pará e assegurar maior confiabilidade operativa na região.

A ESDE entrou em operação em fevereiro de 2012. A operação se encontra no estado de Minas Gerais com uma subestação própria que opera com 345 kV. O prazo de concessão se encerra em novembro de 2039.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 6,7 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

Os objetivos deste sistema são atender o crescimento de carga na região sudeste do estado de Minas Gerais e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

A ESTE se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo com aproximadamente 236 km de linhas de transmissão de 500 kV e 2 subestações, sendo todas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 53,6 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

A previsão é que a ESTE inicie suas operações fevereiro de 2022, tendo como objetivo atender ao fornecimento de energia à região central do Estado do Espirito Santo.

A ETAU entrou em operação em julho de 2005. A operação se encontra nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com aproximadamente 188 km de linhas de transmissão de 230 kV e 4 subestações, sendo 2 próprias e 2 acessadas. O prazo de concessão se encerra em dezembro de 2032.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 25,2 milhões, considerando a participação de 52,6% da TAESA.

Este sistema tem como objeto social a construção, a implantação, a operação e a manutenção do serviço público de transmissão de energia elétrica denominada Campos Novos/Santa Marta de 230 kV, bem como das subestações de Lagoa Vermelha 2 – RS e Barra Grande – SC e das entradas de linhas e instalações associadas a estas, localizadas nas subestações de Santa Marta – RS e Campos Novos – SC.

Controladores – possuem o controle compartilhado da Companhia, por meio de acordo de acionistas: Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (“Taesa”), Eletrosul Centrais Elétricas S.A. (“Eletrosul”), DME Energética S.A. (“DME”) e Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. (“CEEE-GT”).

A ETEO entrou em operação em outubro de 2001, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de São Paulo, com subestações e Linhas de Transmissão somente nesse Estado. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 505 km,com nível de tensão igual a 440 kV, contendo 3 subestações, sendo todas acessadas pela TAESA. Esta concessão possui sinergia com a ATE.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 91,9 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 12/05/2000, o prazo desta concessão é 12/05/2030,sendo este com extensão de 30 anos.

A ETEP entrou em operação em agosto de 2002. A operação se encontra no estado do Pará com aproximadamente 324 km de linhas de transmissão de 500 kV e 2 subestações, sendo ambas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão se encerra em junho de 2031.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 25,6 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

Este empreendimento foi realizado como resultado da parceria entre o investidor privado e o setor público, sob a modalidade de leilão promovido pela ANEEL, em 2000, e ele é responsável pela cobertura da área ao nordeste do estado do Pará.

A ETSE entrou em operação em março de 2015. A operação se encontra no estado de Santa Catarina, com 2 subestações próprias que operam com 525 kV. O prazo de concessão se encerra em maio de 2042.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 3,8 milhões, considerando a participação de 19% da TAESA

Os objetivos deste sistema é integrar Usinas de Geração de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional, bem como viabilizar o acesso ao sistema de distribuição da CELESC, além de atender à expansão do suprimento de energia elétrica à região do Vale do Itajaí.

A GTESA entrou em operação em agosto de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados de Pernambuco e Paraíba, com subestações e Linhas de Transmissão nesses dois Estados. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 52 km,com nível de tensão igual a 230 kV, contendo 3 subestações, sendo 1 própria e 2 acessadas pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 5,8milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 20/01/2002, o prazo desta concessão é 20/01/2032, sendo este com extensão de 30 anos.

A Ivaí se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer no estado do Paraná, com aproximadamente 600 km de linhas de transmissão de 230kV e 525 kV e 5 subestações, sendo 1 própria e 4 acessadas. O prazo de concessão está previsto para encerrar em agosto de 2047.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 140,5 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

A previsão é que a Ivaí inicie suas operações em agosto de 2022, tendo como objetivo servir de reforço para atendimento ao estado do Mato Grosso do Sul e para região do município de Guaíra – PR, além do aumento da confiabilidade do escoamento da UHE Itaipu.

A concessão Janaúba encontra-se em construção, e integrará o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados da Bahia e Minas Gerais,com subestações e Linhas de Transmissão ultrapassando esses dois Estados. As Linhas de transmissão irão cobrir aproximadamente 542 km,com nível de tensão igual a 500 kV, contendo 3 subestações, sendo todas acessadas pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 185,4 milhões, considerando a participação de 100% da TAESA.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 10/02/2017, o prazo desta concessão é 10/02/2047, sendo este com extensão de 30 anos.

A LUMITRANS entrou em operação em outubro de 2007. A operação se encontra nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com aproximadamente 40 km de linhas de transmissão de 525 kV e 2 subestações, sendo ambas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão se encerra em fevereiro de 2034.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 11,1 milhões, considerando a participação de 40% da TAESA

Os objetivos deste sistema são reforçar o suprimento de energia elétrica na região Sul, interligar as subestações de Machadinho e Campos Novos e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

Mariana iniciou a operação em 25 de maio de 2020, e integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Minas Gerais com aproximadamente 82 km de 500kV de Linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 2 de maio de 2044.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de Minas Gerais, através da linha de transmissão que conecta a subestação Itabirito 2 à subestação Vespasiano 2.

É uma concessão própria, onde 100% do seu resultado pré-operacional é consolidado pela TAESA. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

A concessão Miracema encontra-se em construção, e integrará o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado do Tocantins. As Linhas de transmissão irão cobrir aproximadamente 90 km, com nível de tensão de 230 kV e 500 kV, contendo 3 subestações, sendo duas próprias e uma acessada pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 62,1 milhões, considerando a participação de 100% da TAESA.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 27/06/2016, o prazo desta concessão é 27/06/2046, sendo este com extensão de 30 anos.

A MUNIRAH entrou em operação em outubro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado da Bahia, com subestações e Linhas de Transmissão somente nesse Estado. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 106 km,com nível de tensão igual a 500 kV, contendo 2 subestações, sendo 1 própria e 1 acessada pela TAESA. Esta concessão possui sinergia com a TSN.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 38milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 18/02/2004, o prazo desta concessão é 18/02/2034, sendo este com extensão de 30 anos.

A NTE entrou em operação em janeiro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, com subestações e Linhas de Transmissão ultrapassando esses 3 Estados. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 383 km, com nível de tensão de 230 kV e 500 kV, contendo 4 subestações, sendo todas acessada pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 125,2 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 21/01/2002, o prazo desta concessão é 21/01/2032, sendo este com extensão de 30 anos.

A Novatrans entrou em operação em junho de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Norte e Sudeste, com Linhas de Transmissão passando pelo Estado do Maranhão, Tocantins e Goiás e subestações em todos os Estados citados. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 1278 km, com nível de tensão igual a 500 kV e 6 subestações, sendo todas acessadas pela TAESA.

É a concessão com a maior quilometragem de linhas de transmissão da TAESA, possuindo sinergia com TSN, ATE II e ATE III.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações oito (8) Bancos de Capacitores Série que operam em modo fixo e variável e dez (10) bancos de reatores.

A RAP de concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 413,5 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 20/12/2000, o prazo desta concessão é 20/12/2030, sendo este com extensão de 30 anos.

A Paraguaçu se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer nos estados da Bahia e Minas Gerais, com aproximadamente 338 km de linhas de transmissão de 500 kV e 2 subestações, sendo ambas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 56,6 milhões, considerando a participação de 50% da TAESA

A previsão é que a IEPG inicie suas operações em fevereiro de 2022, tendo como objetivo atender ao fornecimento de energia elétrica à região dos Estados de Minas Gerais e da Bahia, nas subestações Poções III e Padre Paraíso 2.

A PATESA entrou em operação em setembro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Rio Grande do Norte, com subestações e Linhas de Transmissão somente nesse Estado. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 146 km, com nível de tensão igual a 230 kV, contendo 4 subestações, sendo todas acessadas pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 26,1 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 11/12/2002, o prazo desta concessão é 11/12/2032, sendo este com extensão de 30 anos.

Lagoa Nova iniciou operação em março de 2019. O ativo encontra-se no Estado do Rio Grande do Norte, com aproximadamente 28 km de 230kV e 69kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 11 de agosto de 2047.

O circuito duplo de linhas de transmissão em 230 kV que interliga as SE Lagoa Nova e a SE Currais Novos foram adquiridos em 13 de março de 2020, quando houve a transferência da operação das instalações em tempo real para a TAESA, após os ajustes e testes requeridos para continuidade e disponibilidade dos ativos. Há conexões com a distribuidora COSERN atendendo cargas locais e melhorando a eficiência do SIN no Estado do Rio Grande do Norte.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

As linhas e subestações de Sant’ana Transmissora de Energia Elétrica S.A. encontram-se em fase de projeto. O empreendimento fica no estado do Rio Grande do Sul, com aproximadamente 610 quilômetros de linhas de transmissão em 230 kV e instalações em 6 subestações, considerando subestações acessadas (Alegrete 2, Santa Maria 3 e Livramento 2) e subestações próprias (Maçambará 3, Livramento 3 e Cerro Chato). O prazo de concessão se encerrará em 2049. As novas linhas de transmissão viabilizarão a conexão de novos parques eólicos na região.

A RAP da concessionária Sant’ana, ofertada no leilão 04/2018, é de R$ 58.956.000,00. A previsão para entrada em operação comercial é março de 2023.

A concessão São Gotardo entrou em operação em março de 2014, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Minas Gerais. A TAESA não realiza Operação e Manutenção das Linhas de transmissão desta concessão. Contém 1 subestação, sendo esta acessada pela TAESA.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações um transformador trifásico defasador.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 5,2 milhões, considerando a participação de 100% da TAESA.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 27/08/2012, o prazo desta concessão é 27/08/2042, sendo este com extensão de 30 anos.

São João iniciou operação em maio de 2013. O ativo encontra-se no Estado do Piauí, com aproximadamente 408 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 01 de agosto de 2043.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

São Pedro iniciou operação em julho de 2013. O ativo encontra-se nos Estados da Bahia e Piauí, com aproximadamente 418 km de 500kV, 230kV, 69kV e 13,8kV de linhas de transmissão e 6 subestações (2 próprias e 4 acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 09 de outubro de 2043.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

A STC entrou em operação em novembro de 2007. A operação se encontra no estado de Santa Catarina com aproximadamente 230 km de linhas de transmissão de 230 kV e 4 subestações, sendo 2 próprias e 2 acessadas. O prazo de concessão se encerra em abril de 2036.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 18,1 milhões, considerando a participação de 40% da TAESA

Os objetivos deste sistema são implantar as subestações de Lajes e de Rio do Sul interligando-as à subestação Barra Grande (Anita Garibaldi), reforçar o suprimento de energia elétrica na região e assegurar maior confiabilidade nas operações do SIN.

A Interligação Uruguaiana – Santa Rosa entrou em operação em junho de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado do Rio Grande do Sul, com subestações e Linhas de Transmissão somente nesse Estado. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 389 km, com nível de tensão igual a 230 kV, contendo 4 subestações, sendo todas acessada pela TAESA.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 85,3 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 19/12/2002, o prazo desta concessão é 19/12/2032, sendo este com extensão de 30 anos.

A TRANSIRAPÉ entrou em operação maio de 2007. A operação se encontra no estado de Minas Gerais, com aproximadamente 61 km de linhas de transmissão de 230 kV e 2 subestações, sendo 1 própria e 1 acessada. O prazo de concessão se encerra em março de 2035.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 10,2 milhões, considerando a participação de 29,5% da TAESA (24,5% – participação direta; 5% participação indireta)

Pelo Contrato de Concessão nº 012/2005, de 15 de março de 2005, foi outorgado à Companhia pela União, por intermédio da ANEEL, a concessão para construção, implantação, operação e manutenção das instalações de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado – LT Irapé – Araçuaí – 230 kV.

A TRANSLESTE iniciou operação em dezembro de 2005. A operação se encontra no estado de Minas Gerais, com aproximadamente 139 km de linhas de transmissão de 345 kV e 2 subestações, sendo 1 própria e 1 acessada. O prazo de concessão se encerra em fevereiro de 2034.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 12,8 milhões, considerando a participação de 30% da TAESA (25% – participação direta; 5% participação indireta).

Pelo Contrato de Concessão n. º 009/2004 – ANEEL, de 18 de fevereiro de 2004, foi outorgado à Companhia, a concessão para construção, implantação, operação e manutenção das instalações de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado – LT Montes Claros – Irapé 345 kV.

A TRANSUDESTE iniciou operação em fevereiro de 2007. A operação se encontra no estado de Minas Gerais, com aproximadamente 145 km de linhas de transmissão de 345 kV e 2 subestações, sendo ambas acessadas e nenhuma própria. O prazo de concessão se encerra em março de 2035.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 7,6 milhões, considerando a participação de 29% da TAESA (24% – participação direta; 5% participação indireta)

Pelo Contrato de Concessão nº 005/2005, de 04 de março de 2005, foi outorgado à Companhia pela União, por intermédio da ANEEL, a concessão para construção, implantação, operação e manutenção das instalações de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado – LT Itutinga – Juiz de Fora – 345 Kv.

A TSN entrou em operação em março de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Sudeste e Nordeste, com subestações nos Estados da Bahia e Goiás. As Linhas de transmissão cobrem aproximadamente 1139 km, com nível de tensão de 230 kV e 500 kV, contendo 8 subestações, sendo 4 próprias e 4 acessadas pela TAESA.

É a concessão com a maior quantidade de subestações próprias da TAESA, cruzando todo o Estado da Bahia, desde Goiás até o litoral. Esta concessão possui sinergia a NVT e MUNIRAH.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações dois (2) Compensadores Estáticos e onze (11) bancos de reatores.

A RAP da concessão para o ciclo de 2018/19 é de R$ 279,6 milhões.

Com a data de assinatura do Contrato de Concessão igual a 20/12/2000, o prazo desta concessão é 20/12/2030, sendo este com extensão de 30 anos.

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INFORME O CÓDIGO DA ONS: